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C.M. Ílhavo - Voltar ao início
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António Manuel Correia de São Marcos

Nascido em Ílhavo, em 1951, o Comandante António São Marcos frequentou a instrução primária e o Liceu na Cidade do Porto tendo, em 1970, ingressado na Escola Naval, da qual se transferiu dois anos mais tarde para a Escola Náutica Infante D. Henrique, onde se veio a licenciar em Gestão e Tecnologias Marítimas, com Tese defendida na área de Tecnologia Marítima e Sistemas de Carregamento/Arquitetura Naval - Estabilidade de Navios.

 

Após uma carreira de 25 anos como oficial e comandante de navios de comércio e de pesca, foi  Assessor do Conselho Diretivo do extinto Instituto Nacional de Pilotagem dos Portos e, posteriormente, Diretor da Inspeção de Navios do IMP (Inspetor-Geral de Navios).

 

Pós-graduou-se em Direito Marítimo e fundou a empresa Navalarea, dedicando-se especialmente à investigação de sinistros e fraudes marítimas, assessoria técnica a advogados, pareceres para fins judiciais e de regulação de avarias, supervisão de construções e reparações navais, formação em segurança integrada marítimo-portuária e produção de projetos legislativos no domínio da segurança dos navios e dos portos.

 

António São Marcos foi igualmente membro de Colégios Periciais do Tribunal Marítimo de Lisboa e Docente de Direito Marítimo nos cursos de pós-graduação em Gestão do Transporte Marítimo e Gestão Portuária do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa e de pós-graduação em Direito Marítimo na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa.

 

Com a iniciativa da empresa Pascoal & Filhos, S.A. de reconstituir o lugre Santa Maria Manuela, irmão gémeo do NTM Creoula e antigo símbolo da frota branca de veleiros portugueses, o Ilhavense António São Marcos abandonou toda a atividade que exercia para assumir, a partir de janeiro de 2008, a coordenação técnica do projeto e, subsequentemente, o comando do navio, regressando ao mar, desta feita com o propósito de contribuir para a reativação da escola de navegação à vela em grandes navios, que há muito se havia perdido na Marinha Mercante, contribuindo para o papel fundamental do "Santa Maria Manuela" enquanto Embaixador do Município de Ílhavo.


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