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C.M. Ílhavo - Voltar ao início
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Painel de azulejos do Museu Marítimo será o mote do próximo encontro “Em Ílhavo acontece à sexta”

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30 Abril 2018

A próxima sessão de “Em Ílhavo acontece à sexta” tem lugar esta sexta-feira, dia 4 de maio, pelas 19h00, no Museu Marítimo de Ílhavo.
A vocação marítima dos Ílhavos é amplamente conhecida e está representada neste painel de azulejos que faz parte das reservas do Museu Marítimo de Ílhavo. As primeiras referências a esta peça aparecem na correspondência de Américo Teles, em 1934, em que se aborda a existência de azulejos decorados com embarcações antigas, produzidas pela Fábrica de Cerâmica de Constância.
Propõe-se uma viagem à história do Museu Marítimo de Ílhavo numa tertúlia guiada por Catarina Resende Dias, Conservadora do MMI, Manuel Cleto, Presidente da Direção do Museu de Ovar, e Manuel Rodrigues Ferreira, Doutorado em Ciências Sociais e autor de diversos estudos sobre o património da região.

 

Notas biográficas

Manuel Cleto, natural de Espinho, cidade onde frequentou o ensino básico e mais tarde a Escola Industrial. Licenciado pelo Instituto Superior Técnico, exerceu funções no Laboratório Nacional de Engenharia Civil. Cumpriu serviço militar em Angola entre 1972 e 1974. Professor de Educação Visual e Tecnológica na região de Espinho e Ovar desde 1975. Coordenador do Projeto P.A.O. (Património Arquitetónico de Ovar) na Escola António Dias Simões. Atualmente é o Presidente da Direção do Museu de Ovar, cargo que desempenha desde 2012.

 

Manuel Rodrigues Ferreira é mestre em História Contemporânea de Portugal pela Universidade de Coimbra (1993) com dissertação intitulada A Historiografia da Indústria Portuguesa, 1892-1931, e doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Aveiro (2007) com uma tese intitulada: Empresas e Empresários das Indústrias Transformadoras da Sub-região da Ria de Aveiro, 1864-1931. Atualmente prepara pós-doutoramento em História da Educação, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, sobre O Ensino Técnico e o Tecido Empresarial de Aveio e Águeda, durante o Estado Novo. Entre os trabalhos publicados contam‐se os seguintes: História da Indústria Portuguesa (1999), Ricardo Gallo, 1899-1999. Um século de inovação e tradição no vidro, Marinha Grande (1999) ambos em coautoria com José Amado Mendes, Vidro e vidreiros na Vista Alegre. Documentos para a história da Fábrica fundada por José Ferreira Pinto Basto, 1824‐1839 (1998), «Rodrigues de Freitas e a Indústria. Um confronto com Oliveira Martins» António Almodôvar et al. (org.), Rodrigues de Freitas. A obra e os contextos. Atas do Colóquio (Porto, 26 e 27 de Outubro de 1996), «A Metalurgia Casal, 1964-1974. Elementos para uma cultura de empresa», Gestão e Desenvolvimento (1994). «Arquivos das empresas: património ignorado», Estudos Aveirenses, (1993). Atualmente é professor auxiliar na Universidade de Aveiro.

 

Catarina Resende Dias, natural de Aveiro, é licenciada em História, variante de História da Arte (1998) e mestre em Arte, Património e Restauro (2002), ambas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Desenvolveu trabalhos de voluntariado no Museu de Aveiro e, mais tarde, integra a equipa do Museu de José Malhoa, Caldas da Rainha, ao abrigo de um programa europeu para inventariação de bens culturais móveis. É desde 2001 Conservadora do Museu Marítimo de Ílhavo incidindo o seu trabalho no estudo e inventário da coleção do museu. Entre os trabalhos desenvolvidos destacam-se os inventários das coleções de Pintura, Escultura, Gravura, Desenho, Vidro e Mobiliário, o catálogo da exposição Artes de Pesca. As pescas na Arte, (2005), em coautoria com Álvaro Garrido e o artigo A coleção de pesca do bacalhau Museu Marítimo de Ílhavo: despojos de uma arte maior, publicado na Revista Argos, em 2016, em coautoria com Paula Ribeiro. Destaca-se igualmente a participação em diversos projetos expositivos desenvolvidos pelo Museu Marítimo de Ílhavo.