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C.M. Ílhavo - Voltar ao início
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Euclides Vaz

A Escola das Belas Artes de Lisboa muito se honra de ter tido Euclides Vaz como seu estudante de escultura e depois como docente, a partir  de 1958, ano em que inicia a sua carreira como assistente, até terminar esta longa caminhada ao chegar ao professor titular de Escultura em 1985, percurso este cheio de ações e iniciativas pedagógicas, com entusiasmo e uma dádiva exemplar, provocando nos seus alunos um sincero reconhecimento.

 

O ensino artístico, e especialmente o ensino da escultura e da medalhística, deve-lhe uma ação de 30 anos como trabalhador docente, como homem justo e esclarecido que sempre dignificou a ação de todos os professores.

 

O nosso ilustre conterrâneo foi agraciado com a Ordem da Instituição Pública (Cavaleiro) e recebeu os prémios Ruy Gameiro e Soares dos Reis. As suas principais obras executadas por concurso: os monumentos de Teixeira Pinto (Guiné); Jorge Álvares (Macau); Vasco da Gama (Moçambique); Neutel de Abreu (Moçambique).

 

Por encomenda direta: as estátuas de Pedro Escobar, Jorge Álvares, Eng.º Vicente Ferreira, João Afonso de Aveiro, D. João III, Luís de Camões, D. João Evangelista de Lima Vidal, Alcaide de Faria, Dr. Egas Moniz, Madre Teresa da Anunciada, Monumento ao Dr. Egas Moniz, Grupo Escultórico do largo Roseiral, monumento a Norton de Matos, que inclui quatro estátuas das virtudes Cardeais e a estátua da Justiça para o tribunal de Aveiro.

 

Foi autor ainda de relevos em vários tribunais, como os do Porto e Lisboa, e também foi autor de dezenas de medalhas, entre as quais: Inauguração da faculdade de Letras de Lisboa, Inauguração do palácio de Justiça do Porto, 12 Placas Virtudes Cardeais, 12 Signos do Zodíaco, Natal de 1982, A Mãe, Camões (faz parte de um conjunto de medalhas de diversos artistas), Moedas FAO de 20 e 50 escudos. É ainda autor da estátua de João de Aveiro que se encontra no Rossio da capital do nosso distrito.

 

No nosso museu existem dois trabalhos do nosso conterrâneo, sendo uma miniatura de João Afonso de Aveiro e outra de Luís de Camões.

 

Euclides Vaz faleceu com 75 anos, a 10 de fevereiro, em Lisboa.

 

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