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C.M. Ílhavo - Voltar ao início
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D. Maria Henriqueta da Maia Cerveira

Quando os ilhavenses pensaram erigir o Monumento aos Mortos da 1ª Guerra Mundial, inaugurado em 9 de abril de 1924, cuja verba, graças aos Ílhavos de cá e aos espalhados por todo o mundo, foi obtida em subscrição pública, surgiu uma enorme dificuldade, pois havia dinheiro, mas não havia o local onde o monumento pudesse ser levantado.

 

O tempo foi passando, a Comissão trabalhava, mas a verdade és que era difícil de resolver a situação. A senhora dona Maria Henriqueta que, após a morte do seu marido Sr. Dr. António Frederico de Morais Cerveira, vivia muito isolada, mas que acompanhava pela leitura dos jornais da terra as dificuldades que a Comissão tinha em realizar o seu projeto, mandou ir à sua presença a referida Comissão e disse-lhe que oferecia o local para erguer o monumento.

 

Mas dava-se a circunstância de que o terreno que tencionava oferecer já tinha sido vendido. Então, a bondosa e generosa senhora resolveu comprar novamente o terreno que vendera e ofereceu-o à Comissão que, após a inauguração do Monumento, o entregou à Câmara.Depois, abriram-se as avenidas Marechal Carmona e Salazar (hoje Mário Sacramento e 25 de Abril).


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